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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A Cultura Afro-brasileira

O Vídeo "A Bonequinha Preta" autora: Alaíde Lisboa de Oliveira


A história "Bruna e a galinha d'angola"


O vídeo mostra a obra do artista plástico brasileiro e moderno, Rubem Valentim, que criou composições geométricas e simétricas, inspiradas em signos litúrgicos de religiões afro-brasileiras.


Castelo Rá Tim Bum: A Galinha D'Angola - Vinicius de Moraes

Coitada
Da galinha
D'Angola
Não anda
Regulando
Da bola
Não pára
De comer
A matraca
E vive
A reclamar
Que está fraca:
— "Tou fraca! Tou fraca!


Arca de Noé 2 - Galinha D'Angola [Ney Matogrosso]

Retirado do musical "A arca de Noé" exibido pela rede globo em 10 de outubro de 1980. Canções de Vinícius de Moraes.

sexta-feira, 30 de março de 2012

TEATRO DE SOMBRAS

Oficina de Arte
Tema: Teatro de sombras
Objetivo: Como contar história utilizando a técnica milenar do teatro de sombras.


Material necessário para realizar esta arte:
  •     Uma caixa de papelão
  •     Papel Collor set preto
  •     Folha de sulfite
  •     Palitos de churrasco
  •     Régua
  •     Cola branca líquida
  •     Fita adesiva
  •     Lanterna
  •     Uma história, poesia, música etc., para contar através do teatro, uma bela criação também vale
  •     Música para efeitos sonoros.
Primeiro corte a caixa de papelão nas laterais, colando uma folha de papel sulfite em um dos lados. (o outro será o lado em que a luz vai passar).

Faça os personagens no papel cartão e cole palitos de churrasco para manipular os personagens.
Agora é: luz, câmera e ação!
Bom espetáculo!!!

Professora Melissa/Arte

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

RECICLAR

Para você que gosta de criar e reciclar.



Você vai precisar de seis latas de qualquer espécie, pode ser de café, achocolatado, molho, enfim, use as latas que você costuma ter em casa. O importante é que elas sejam do mesmo produto para não dar diferença de tamanho.
Os outros materiais desta arte são, a cola quente e papel ou tecido que você tenha em casa e que não vá usar mais, para encapar as latas.
Limpe as latas, e encape-as com o material escolhido, e pode utilizar gotas de cola quente para colar esta forração. Corte a forração na medida do comprimento da lata antes de colar, ou cole e depois acerte as bordas com um estilete.
Após encapar todas, cole três latas em fileira pela lateral, com cola quente, e depois duas acima e uma por último, fazendo uma pirâmide. Como na foto.
Pronto, é só colocar os lápis, canetas das crianças e deixar de enfeite no quarto deles, ou mesmo no seu, é só escolher a estampa apropriada.
Legal esta arte em reciclagem, né? 
 Fonte:Facebook  Reciclar: Ajuda quem sabe...

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Sugestões de Técnicas de Pintura e Dia das Mães

Latas e potes de toddy, leite em ninho ou qualquer outro, depois de encapados com papel, eva ou tecido, viram lindas embalagens para colocar guloseimas e presentear no Dia das Mães. E vejam nos detalhes: nem precisa de tanta habilidade pra que fique lindo, basta carinho e capricho! 

Clique na figura que você irá  ampliar as imagens das Técnicas de Pintura e das sugestões para o Dia das Mães.



Fonte: http://www.arteeeducacao.net/DesenhoInfantil/tecnicas/home.htm
http://trocandoideiaspedag.blogspot.com/2009/04/lembrancas-dia-das-maes.html
http://pragentemiuda.blogspot.com

terça-feira, 22 de março de 2011

O desenho infantil


O desenvolvimento progressivo do desenho implica mudanças significativas que, no início, dizem respeito à passagem de rabiscos iniciais da garatuja para construções mais ordenadas, fazendo surgir os primeiros símbolos. Imagens de sol, figuras humanas, animais, vegetação e carros entre outros, são freqüentes nos desenhos das crianças, reportando mais assimilações dentro da linguagem do desenho.

Observando desenhos de crianças nota-se que quando estas têm idades correspondentes seus desenhos têm características semelhantes. Essas características comuns sofrem uma evolução: o conhecimento das etapas evolutivas do desenho fornece ao professor mais um instrumento para compreender as crianças.

• De 1 a 3 anos

É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão. As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes, que ficam soltas na página. No final dessa fase, é possível que surjam os primeiros indícios de figuras humanas, como cabeças com olhos.

• De 3 a 4 anos

Já conquistou a forma e seus desenhos têm a intenção de reproduzir algo. Ela também respeita melhor os limites do papel. Mas o grande salto é ser capaz de desenhar um ser humano reconhecível, com pernas, braços, pescoço e tronco.

• De 4 a 5 anos

É uma fase de temas clássicos do desenho infantil, como paisagens, casinhas, flores, super-heróis, veículos e animais, varia no uso das cores, buscando um certo realismo. Suas figuras humanas já dispõem de novos detalhes, como cabelos, pés e mãos, e a distribuição dos desenhos no papel obedecem a uma certa lógica, do tipo céu no alto da folha. Aparece ainda a tendência à antropomorfização, ou seja, a emprestar características humanas a elementos da natureza, como o famoso sol com olhos e boca. Esta tendência deve se estender até 7 ou 8 anos.

• De 5 a 6 anos
 
Os desenhos sempre se baseiam em roteiros com começo, meio e fim. As figuras humanas aparecem vestidas e a criança dá grande atenção a detalhes como as cores. Os temas variam e o fato de não terem nada a ver com a vida dela são um indício de desprendimento e capacidade de contar histórias sobre o mundo.

Para Piaget a criança desenha menos o que vê e mais o que sabe. Ao desenhar ela elabora conceitualmente objetos e eventos. Daí a importância de se estudar o processo de construção do desenho junto ao enunciado verbal que nos é dado pelo indivíduo.
 
“O desenho é precedido pela garatuja, fase inicial do grafismo. Semelhantemente ao brincar, se caracteriza inicialmente pelo exercício da ação. O desenho passa a ser conceituado como tal a partir do reconhecimento pela criança de um objeto no traçado que realizou. Nessa fase inicial, predomina no desenho a assimilação, isto é, o objeto é modificado em função da significação que lhe é atribuída, de forma semelhante ao que ocorre com o brinquedo simbólico.”

Fases do desenho segundo Piaget:

Garatuja: Faz parte da fase sensório motora ( 0 a 2 anos) e parte da fase pré-operacional (2 a 7 anos). A criança demonstra extremo prazer nesta fase. A figura humana é inexistente ou pode aparecer da maneira imaginária. A cor tem um papel secundário, aparecendo o interesse pelo contraste, mas não há intenção consciente. Pode ser dividida em:

Desordenada: movimentos amplos e desordenados. Ainda é um exercício. Não há preocupação com a preservação dos traços, sendo cobertos com novos rabiscos várias vezes. Com relação a expressão, vemos a imitação "eu imito, porém não represento".

Ordenada: movimentos longitudinais e circulares; coordenação viso-motora. Figura humana de forma imaginária, exploração do traçado; interesse pelas formas.

Nessa fase a criança diz o que vai desenhar, mas não existe relação fixa entre o objeto e sua representação. Por isso ela pode dizer que uma linha é uma árvore, e antes de terminar o desenho, dizer que é um cachorro correndo.

A expressão é o jogo simbólico: "eu represento sozinho". O símbolo já existe. Identificada: mudança de movimentos; formas irreconhecíveis com significado; atribuem nomes, conta histórias. A figura humana pode aparecer de maneira imaginária, aparecem sóis, radiais e mandalas. A expressão também é o jogo simbólico.

Pré- Esquematismo: Dentro da fase pré-operatória, aparece a descoberta da relação entre desenho, pensamento e realidade. Quanto ao espaço, os desenhos são dispersos inicialmente, não relaciona entre si. Então aparecem as primeiras relações espaciais, surgindo devido à vínculos emocionais. A figura humana torna-se uma procura de um conceito que depende do seu conhecimento ativo, inicia a mudança de símbolos. Quanto à utilização das cores, pode usar, mas não há relação ainda com a realidade, dependerá do interesse emocional. Dentro da expressão, o jogo simbólico aparece como: "nós representamos juntos".

Esquematismo: fase das operações concretas (7 a 10 anos). Esquemas representativos começam a construir formas diferenciadas para cada categoria de objeto, por exemplo, descobre que pode fazer um pássaro com a leta "V". Uso da linha de base e descoberta da relação cor objeto. Já tem um conceito definido quanto à figura humana, porém aparecem desvios do esquema como: exagero, negligência, omissão ou mudança de símbolo. Aparecem fenômenos como a transparência e o rebatimento, podendo haver um desvio do esquema de cor expressa por experiência emocional. Aparece na expressão o jogo simbólico coletivo ou jogo dramático e a regra.

Realismo: final das operações concretas. Consciência maior do sexo e autocrítica pronunciada. No espaço é descoberto o plano e a superposição. Abandona a linha de base. As formas geométricas aparecem. Maior rigidez e formalismo. Acentuação das roupas diferenciando os sexos.

O realismo a marca esta fase, onde surge também a noção de perspectiva. Ou seja, os desenhos da criança já dão uma impressão de profundidade e distância. Extremamente exigentes muitas deixam de desenhar, se acham que seus trabalhos não ficam bonitos.

Pseudo Naturalismo: fase das operações abstratas (10 anos em diante).É o fim da arte como atividade espontânea. Inicia a investigação de sua própria personalidade.
Características: realismo, objetividade, profundidade, espaço subjetivo, uso consciente da cor.
 
Na Embora se possa observar claramente uma evolutiva do desenho infantil, não se pode determinar precisamente as idades nas quais cada criança fará uma garatuja, um pré-esquema, ou um diagrama. As variações são muito grandes de criança para criança: o que se mantém é a ordem de sucessão de etapas.

Fonte: Descoberta de um universo: a evolução do desenho infantil, de Thereza Bordoni
PIAGET, J. A formação dos símbolos na Infância. PUF, 1948

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Ministério da Educação e do Desporto, secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

LEMBRANCINHA PARA CRIANÇAS E PROFESSORES

Esta lembrancinha pode ser para crianças ou para os professores.
Feito com lápis, ponteira de borracha colorida e flores em EVA.






































sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Sugestões de Natal

De garrafa pet, pintadas com tinta dourada e enfeitado... lindo!Do Espaço Educar.


De garrafa pet pintado com tinta vitral...
 Ideia da Vovó Baísa
Fonte: http://pragentemiuda.blogspot.com/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010