quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Educação Física

Jogos de corrida e perseguição

Quem é que nunca brincou de pega-pega ou esconde-esconde? Brincadeiras populares e universais. Correr, pegar e fugir, são movimentos que fazem parte da infância de todos, para correr não é preciso nada além de vontade de brincar e algum espaço.
Correr na grama, na areia, descalça, no mato, no asfalto, em zigue-zague, na subida, na descida, na curva, na terra; correr até cansar!
As brincadeiras de corrida têm regras que vão das mais simples às mais complexas, passando por uma gama imensa de variações, adaptação ao espaço, aos obstáculos, ao número de participantes...
Desde pequenas, as crianças apresentam uma tendência natural a correr.
Na idade escolar, a corrida passa a ser componente de vários jogos e brincadeiras: correr para pegar alguém, correr para não ser pego, correr até uma bola, fugindo da bola, em volta de uma roda... Enfim, correr com diferentes finalidades, em diferentes contextos.

Se a criança já corre naturalmente, por que brincar de correr na escola?

Nas cidades grandes, a falta de espaços adequados, o perigo do trânsito, a violência, a falta de tempo e outros tantos motivos impedem que as crianças dêem vazão a suas necessidades de movimento, entre as quais correr é uma das mais básicas e mais importantes.
E a escola pode oferecer situações que garantam à criança a possibilidade de correr com segurança e satisfação.
Embora seja interessante correr livremente, pelo prazer do ato em si, as atividades coletivas geram situações em que a ação de um determina e é determinada pela ação do outro. Surgem as possibilidades de atuar em duplas e equipes, pedir e dar ajuda, observar a ação do outro, tentar imitar exemplos para se aperfeiçoar, exercer os potenciais perante o outro sem ficar constrangido e comparar desempenhos de maneira saudável.


Capacidades Desenvolvidas:

Corporais: aumento de força, resistência, velocidade e agilidade. Aperfeiçoamento do movimento.

Éticas: reconhecimento de limites próprios e alheios, respeito às regras de jogos e brincadeiras.

Cognitivas: cálculo de velocidade e trajetória, previsão de trajetórias, percepção de limites e referências, estabelecimento de relações de tempo e espaço.

Jogo da batalha

Material necessário:


Baralho numerado ( unidade dezena centena) que deverá ser distribuído de maneira que cada aluno receba aproximadamente 10 cartas por jogo.


Disposição dos alunos: de duplas a quartetos.


Regras:


Selecionar um aluno para distribuir igualmente as cartas entre os jogadores daquele grupo.


Formar uma pilha com as cartas recebidas, viradas para baixo de modo que ninguém possa ver o seu conteúdo.


Solicitar que os integrantes do grupo virem a primeira carta do seu monte ao mesmo tempo.


Vence a rodada o jogador que apresentar a carta que possui o número maior. Este deverá recolher todas as cartas da rodada e guardá-las separadamente.


Repete-se o procedimento até o final das cartas em cada pilha.


Vence o jogo aquele que possuir o maior número de cartas. Em caso de empate, sem ver selecionar uma carta e comparar, a maior vence o jogo.


(Produção de texto coletiva, após os professores do 2º Anos terem jogado).

Sugestão de Site

É uma sugestão de site para o educador que gosta de poesias, joguinhos que muito ajuda na educação de crianças especiais. E poderá baixar em seu computador, não esquecendo de mencionar a autoria.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dividindo

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Educação Física

AMARELINHA
Amarelinha é coisa de menina?
Não. Trata-se de uma atividade que não exige tanto esforço físico, mas requer equilíbrio e coordenação motora e os meninos também podem ficar craques. Não existe atividade exclusiva de meninas, ou vice-versa.

Capacidades desenvolvidas:
· Corporais: salto em distância, equilíbrio, resistência, coordenação;
· Éticas: relacionamento com limites impostos pelas regras – esperar a vez, competir, cooperar;
· Cognitivas: estabelecimento de relações de espaço e tempo, direção e sentido, ordem crescente e decrescente, construção de sistemas de representação gráfica de movimento, planejamento mental e programação de movimentos;
· Inserção social: pesquisa e documentação da cultura lúdica tradicional;
· Afetivas e de relação interpessoal: trabalho de criação em equipe, adequação de desafios relacionados a competências e a desempenhos individuais.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Desenvolvimento Infantil

ESTIMULANDO O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

Desenvolver-se é crescer, aprender e fazer coisas novas, diferentes. Cada criança tem um jeito próprio de se desenvolver. Conversar, acariciar e brincar com ela, desde o nascimento, é muito importante para o seu desenvolvimento.
Acompanhe o desenvolvimento da criança juntamente com o profissional de saúde. Se achar que algo não vai bem, não deixe de alertá-lo para que possa examiná-la melhor.

Desde o nascimento até 2 meses de idade

• Para que o bebê se desenvolva bem é necessário, antes de tudo, que seja amado e desejado pela sua família e que esta tente compreender seus sentimentos e satisfazer suas necessidades. A ligação entre a mãe e o bebê é muito importante neste início de vida, por isso deve ser fortalecida.
• Converse com o bebê, buscando contato visual (olho no olho). Não tenha vergonha de falar com ele de forma carinhosa, aparentemente infantil. É desse modo que se iniciam as primeiras conversas.
• Preste atenção no choro do bebê. Ele chora de jeito diferente dependendo do que está sentindo: fome, frio/calor, dor, necessidade de aconchego.
• Estimule o bebê mostrando-lhe objetos coloridos a uma distância de mais ou menos 30 cm.
• Para fortalecer os músculos do pescoço do bebê, deite-o com a barriga para baixo, busque chamar sua atenção com brinquedos ou chamando por ele, estimulando-o a levantar a cabeça. Isto o ajudará a sustentar a cabeça.
2 a 4 meses

• Brinque com o bebê conversando e olhando para ele.
• Ofereça objetos para ele pegar, tocar com as mãos.
• Coloque o bebê de bruços, apoiado nos seus braços, e brinque com ele,
conversando ou mostrando-lhes brinquedos a sua frente.

4 a 6 meses

• Ao oferecer algo para o bebê (comida, brinquedo, etc.), espere um pouco para ver sua reação. Com isto ele aprenderá a expressar aceitação, prazer e desconforto.
• Acostume o bebê a dormir mais à noite.
• Ofereça brinquedos a pequenas distâncias, dando a ele a chance de alcançá-los.
• Proporcione estímulos sonoros ao bebê, fora do seu alcance visual, para que ele tente localizar de onde vem o som.
• Estimule-o a rolar, mudando de posição (de barriga para baixo para barriga para cima). Use objetos e outros recursos (brinquedos, palmas, etc.).

6 a 9 meses

• Nesta idade a criança busca chamar a atenção das pessoas, procurando agradá-las e obter sua aprovação. Dê atenção a ela demonstrando que está atento aos seus pedidos.
• Dê à criança brinquedos fáceis de segurar, para que ela treine passar de uma mão para a outra.
• Converse bastante com a criança usando palavras de fácil repetição (dada, papa, etc.).
• Coloque a criança no chão (esteira, colchonete) estimulando-a a sentar, se arrastar e engatinhar.

9 meses a 1 ano

• Brinque com a criança com músicas, fazendo gestos (bater palmas, dar tchau, etc.), solicitando sua  resposta.
• Coloque ao alcançe da criança, sempre na presença de um adulto, objetos pequenos como tampinhas ou bolinha de papel pequena, para que ela possa apanhá-los, usando o movimento de pinça (dois dedinhos). Muito cuidado para que ela não coloque esses objetos na boca, nariz ou ouvidos.
• Converse com a criança e use livros com fi guras estimulando-a a repetir o nome das pessoas, animais e objetos ao seu redor.
• Deixe a criança no chão para que ela possa levantar-se e andar apoiando-se.

1 ano a 1 ano e 3 meses

• Seja firme e claro com a criança, mostrando-lhe o que pode e o que não pode fazer.
• Afaste-se da criança por períodos curtos, para que ela não tenha medo da sua ausência.
• Estimule o uso das palavras em vez de gestos, usando rimas, músicas e sons comumente falados.
• Ofereça à criança objetos de diversos tamanhos para que ela aprenda a encaixar e retirar um objeto do outro.
• Crie oportunidades para ela locomover-se com segurança para aprender a andar sozinha.

1ano e 3 meses a 1 ano e meio

• Continue sendo claro e fi rme com a criança para que ela aprenda a ter limites.
• Solicite a ela as coisas pelo nome, ajudando-a a aumentar seu vocabulário e aprender a dar, pegar e largar.
• Dê à criança papel e giz de cera (tipo estaca, grosso) para que ela inicie os seus rabiscos. Isto estimula a sua criatividade.
• Crie oportunidades para a criança andar não só para frente, como também para trás (puxando carrinho, etc.).

1 ano e meio a 2 anos

• Nesta idade a criança já sabe o que é dela e o que é dos outros, mas quer ter o controle sobre tudo. É importante que você se sinta seguro em não satisfazer todas as suas vontades.
• Estimule a criança a colocar e tirar suas roupas, inicialmente com ajuda.
• Ofereça brinquedos de encaixe, que possam ser empilhados, e mostre como fazer.
• Mostre fi guras nos livros e revistas falando seus nomes.
• Brinque de chutar bola (fazer gol).

2 anos a 2 anos e meio

• Continue estimulando a criança para tornar-se independente em atividades de autocuidado diário, como por exemplo, na alimentação (iniciativa para se alimentar),no momento do banho e de vestir-se.
• Comece a estimular a criança a controlar a eliminação de fezes e urina, em clima de brincadeira, sem exercer pressão ou repreender. Gradativamente, estimule o uso do sanitário.
• Estimule a criança a brincar com outras crianças.

2 anos e meio a 3 anos

• Converse bastante com a criança, peça para ela comentar sobre suas brincadeiras, nome de amigos, estimulando a linguagem e a inteligência.
• Dê oportunidade para ela ter contato com livros infantis, revistas, papel, lápis, giz de cera. Leia, conte historinhas, brinque de desenhar, recortar fi guras, colagem.
• Mostre para ela fi guras de animais, peças do vestuário, objetos domésticos e estimule a criança a falar sobre eles: o que fazem, para que servem (ex. “Quem mia?”).
• Faça brincadeiras utilizando bola, e peça para a criança jogar a bola em sua direção, iniciando assim uma brincadeira envolvendo duas ou mais pessoas.

Fonte: Caderneta de Saúde da Criança. 6ª edição – 2009.

domingo, 29 de agosto de 2010

Semana da Pátria

Bandeira Nacional

A Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional, que são regulamentados pela LEI Nº 5.700, de 1 de Setembro de 1971, que dispõe sobre a forma e a apresentação dos Símbolos Nacionais.

Nossa bandeira foi criada em 19 de novembro de 1889, quatro dias depois da Proclamação da República.
Ela foi projetada por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos. O desenho foi feito por Décio Vilares e a inspiração veio da bandeira do Império, desenhada pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret, com círculo azul com a frase positivista "Ordem e Progresso" no lugar da coroa imperial.


Cada uma das quatro cores da Bandeira Nacional tem um significado: o verde simboliza nossas matas, o amarelo é o ouro (representando as riquezas nacionais) e o branco é a paz. O círculo azul representa o céu do Rio de Janeiro com a constelação do Cruzeiro do Sul, às 8h30 de 15 de novembro de 1889, data da Proclamação da República.

A única alteração na Bandeira Nacional desde então foi em 1992, quando a Lei Nº 8.421, de 11 de Maio de 1992, fez com que todos os novos estados brasileiros, bem como o Distrito Federal, sejam representados pelas estrelas, bem como estados extintos sejam suprimidos de sua representação.

A bandeira brasileira tem por base um retângulo verde com proporção 7 partes (altura) para 10 partes (largura) e inscrito a ele um losango amarelo que inscreve um círculo azul atravessado por uma faixa branca com as palavras “ORDEM E PROGRESSO”, escrito em letras verdes, assim como 27 estrelas de cor branca.