sexta-feira, 29 de abril de 2011

Encontro de Professores Coordenadores e Professores de Educação Infantil 27/04/2011


Artes visuais na Educação Infantil

                Para pensarmos uma proposta em artes visuais na educação infantil, devemos levar em conta, sobretudo, a característica lúdica do ato de criar. Desenhar, pintar, modelar e construir são para a criança, brincadeiras com lápis, papel, tinta etc. A ação de criar é, assim como brincar, uma ação investigadora, que procura o tempo todo alargar os limites da percepção que a criança tem do mundo e de si mesma.
                 A expressão artística  da criança é construída de forma própria e pessoal . Se a arte é tornar visível o invisível, é trazer à superfície o que estava submerso, a aula de artes visuais deve acolher todas as emoções, da alegria à tristeza, da felicidade à angústia.
                Em suas produções artísticas a criança manifesta todas  a sua visão de realidade, vindas da experiência da família, da escola, formando também suas ideias de cultura.

O professor de arte

                Ainda é uma realidade, numa grande parcela das escolas em geral, a pequena importância que é dada às atividades  artísticas. Por conta de um currículo que privilegia as matérias relacionadas à escrita, nós adultos, criamos grandes expectativas quanto ao bom desempenho da criança com relação a outras linguagens que exigem um pouco mais de sensibilidade e intuição, como por exemplo a música, o teatro  e as artes visuais.
                Por esse motivo o tempo e o espaço reservado para as atividades lúdicas  se tornam  pouco, tornando pouco também o tempo e o espaço reservado ao criar , pois o criar é da natureza do brincar.
                Em muitas propostas as práticas de artes visuais são entendidas apenas como meros passa tempos em que atividades de desenhar , colar, pintar e modelar com argila ou massinha não tem significado algum. Outra visão da proposta de artes visuais  está ligada ao decorativo, ilustrar  temas  de datas comemorativas, enfeitar paredes com motivos considerados infantis, elaborar convites e pequenos presentes para os pais etc. Atividades como essas não estimulam a criatividade, pois na maioria das vezes  partes desses trabalhos são realizados pelos professores, tirando assim da criança a competência de mostrar sua visão sobre os assuntos apresentados a elas.
                Para que haja uma mudança significativa, quanto a essas ideias, temos  que nos propor a ser mais receptivos às manifestações das crianças, seja através de sua fala  ou do conteúdo que expressam em seus desenhos ,na pintura, na modelagem etc. Só assim conseguiremos formas pessoas mais criticas sobre o mundo a acerca.
                Quando a criança é ouvida e sente que pode manifestar seus pensamentos, ela se sente mais segura para fazer suas escolhas nas brincadeiras nos desenhos etc.
                Podemos observar  a importância do diálogo entre aluno e professor , no processo criativo de desenhar. Há muitas  reclamações por parte de professores que alegam não saber desenhar; o desenho ficou esquecido nas séries iniciais, onde foi deixado para trás o prazer de criar, eficientemente atrofiado por uma escola autoritária que não se interessou por ouvir a fala do aluno.
                É essencial dar voz à criança, permitindo que ela possa escolher entre uma brincadeira e outra, um ou outro material ou tema a ser trabalhado, essa deve ser sempre a intenção do professor na aula de artes visuais na educação infantil. Isso só será possível se tivermos professores dispostos a se reencontrar  com sua própria expressão, seja por meio do desenho, da pintura, da escultura etc.
                Esse caminho certamente não é fácil, pois envolve mudanças de pensamentos e ideias , há necessidade de se ter um olhar mais sensível sobre as formas de se expressar , e isso deve estar presente na escola que o professor constrói com seus alunos no dia-a-dia. O professor deve ser para o aluno como um  cúmplice participando de suas ideias. 


Objetivos da área

                A área de artes visuais compreende, entre outras, as linguagens da pintura, do desenho, da escultura, da fotografia, do cinema, da vídeo, da computação gráfica. As atividades de artes visuais na escola devem compreender o desenho, a pintura e a colagem para a expressão no plano; a modelagem e a construção para a expressão no volume.

Os objetivos da área devem ser:


· Garantir o espaço da expressão individual na vivência de um processo criativo e na construção de um discurso pessoal, por meio do jogo e da experimentação.

· Desenvolver a autonomia da ação na utilização do espaço do ateliê ou do “canto” de expressão em artes visuais nos seus diversos aspectos do desenvolvimento do trabalho

· Desenvolver o trabalho em grupo, possibilitando a troca de experiências e a socialização de descobertas que surgem no transcurso dos projetos;

· Permitir o trabalho individual e introspectivo;

· Estabelecer um vínculo profundo entre o ter o dizer e o saber como fazer. Nesse sentido, buscar sempre o fazer verdadeiro, evitando as adaptações que descaracterizem a linguagem;

· Estabelecer uma relação entre o conhecimento conquistado na prática, o fazer da criança, com a cultura nos diversos espaços que a cidade oferece: museus, centro culturais etc.;

· Desenvolver o gosto pelo trabalho, respeitando a própria produção e a produção do colega;

· Desenvolver o senso de organização e cuidado no espaço de trabalho pelo uso adequado de materiais, utensílios, ferramentas e mobiliário.


Os registros  e o planejamento

             As observações do professor sobre os alunos são o ponto de  partida para construir  um olhar sobre cada criança é de fundamental importância para o planejamento curricular. Para o professor que planeja as atividades compartilhando as decisões em algum grau com seus alunos, ou que acolhe as manifestações espontâneas das crianças, ser um observador constante e atento é mais uma atitude, uma forma de estar presente  no ambiente de trabalho.

A organização do ambiente

                É importante que o espaço onde se realize as atividades de artes visuais esteja caracterizado e seja facilmente identificável pela criança. Deve- se organizar o espaço da sala, separando um “canto” para dispor os materiais e utensílios de trabalho, deixando- os visíveis e acessíveis. Dessa forma a criança identificará a função a que se destina aquele canto pelo reconhecimento dos objetos.
                Porém, é importante que a criança possa fazer a escolha de quais matérias são necessários à sua atividade, identificando- os e explorando suas possibilidades de uso, e para tanto deve o educador permitir a experimentação.


A inserção das aulas de arte na rotina diária

                   Para que a aula de artes visuais seja inserida sem atropelos é necessário que o educador conduza a aula observando o tempo necessário ao seu grupo para o realização da atividade. Certamente esse tempo muda não apenas de acordo com a faixa etária, mas também de grupo para grupo, de atividade para atividade.
                    Uma rotina deve ser bem estruturada, de forma simples e flexível. O professor deve mostrar  claramente à criança a organização da rotina no momento inicial do dia. Pode também fazer um registro em painel que seja facilmente percebendo pela criança. Certamente toda essa  a contribuirá positivamente para a ação criadora e expressiva, objetivo final da atividade.
                             É importante que o tempo da atividade artística se constitua numa sequência de momentos que devem estar claramente pontuadas para a criança. Uma forma de dividir esse tempo é organizá- lo levando em conta a especificidade do grupo e o planejamento para aquele dia de trabalho propriamente dito e finalizar reservando um tempo para a organização da sala e dos materiais.

A aula de arte 

a)      A roda
                   Essa é o momento da troca de experiências, da conversa onde haverá a socialização de  idéias.  Nesse aspecto, a roda constitui- se num importante instrumento para a observação do educador e uma oportunidade de a criança ter atenção individualizada num contexto coletivo.
                Muita coisa pode ser feita em roda:
· Estabelecer os combinados e acordos;

· Levantar os temas e assuntos de interesse dos alunos e que são trazidos por eles mesmos, como, por exemplo, as brincadeiras que fazem ou as histórias que gostavam de contar;

· Propor momentos de sensibilização para o trabalho, como, por exemplo experimentar materiais, observando suas características;
· Apreciar trabalhos de aulas anteriores, identificando as ocorrências e lançando desafios ou estratégias na busca de solução aos problemas de linguagem.  
Um bom momento para realizar os registros coletivos sobre algum aspecto das atividades.

             
                 b) O trabalho
                   Deve- se ocupar a maior parte do tempo da atividade artística com a produção. O ato de criar é uma atividade lúdica, e por esse motivo deve ter um mínimo possível de regras que garantam um bom andamento, como o respeito pelos colegas e pelo produto do trabalho. Movimentar- se é essencial nesse momento.
                   A principal função do professor nesse momento é auxiliar cada criança a materializar suas ideias. Não se trata de fazer o trabalho pelo aluno, mas de perceber qual o desafio possível de ser enfrentado por cada um e propô-lo à criança. Essas pequenas intervenções, com o tempo, farão a criança observar uma sequência nas ações que favorecerá a compreensão e o domínio do próprio processo criativo.

                   c) A organização
                   O momento da organização deve ter a participação ativa das crianças dentro do que é possível  a cada faixa etária. Pegar um ou outro material para que o professor organize quando a criança tem dois anos, por exemplo. Contribuir, aos cinco anos, com a classificação de um  pequeno sucatário, com a limpeza de pincéis ou da mesa de trabalho é sempre possível.
                   Essas atividades também contribuem para um maior envolvimento com o ato de criar na escola, pelo desenvolvimento de um senso de responsabilidade que modifica a relação da criança com o produto de seu trabalho.
 Interferência Gráfica uma proposta para alimentar o desenho infantil

                Crianças que tiveram seu percurso criador alimentado por professores atentos são capazes de produzir imagens muito ricas e interessantes. Uma das estratégias utilizadas para subsidiar a criação do desenho das crianças é a interferência gráfica.
Professores de educação infantil têm pesquisado e experimentado diversas formas de alimentar a produção das crianças, uma delas é a interferência gráfica. Essa proposta consiste numa oferta que o professor planeja e prepara anteriormente utilizando recortes de outras imagens – personagem de tirinhas, fotografias, cartões-postais, imagens de revistas, detalhes de reproduções de obras de arte, um desenho iniciado por outra criança, papéis de formatos e tamanhos diferentes, vazados ou não etc. – ou formas geométricas que são coladas sobre o papel que servirá de suporte para o desenho das crianças. As interferências, quando bem escolhidas, são interessantes o suficiente para levar a criança a pensar soluções para compor uma nova imagem.

Como planejar uma boa proposta de interferência

               Nos trabalhos de interferência gráfica, a riqueza dos resultados produzidos pelas crianças salta aos olhos, e é provável que esse sucesso imediato seja o responsável pela repercussão que a proposta costuma ter junto aos professores. No entanto, como toda boa intervenção pedagógica, a interferência precisa ter intencionalidade clara, para evitar-se o risco de massificar e padronizar os traços infantis, como vemos comumente em atividades que só oferecem uma única possibilidade de resolução, entendida como correta.
                Ao preparar materiais para o desenho, o professor deve conhecer o trabalho de seu grupo, compreender os percursos individuais e propor desafios que, fugindo da obviedade das ideias, possam estimular a busca de soluções diversas. E quanto maior for a diversidade de resultados obtidos numa sala, melhor!


 O uso de interferências na produção de garatujas
              
                Algumas interferências são especialmente utilizadas para alimentar os primeiros grafismos de crianças pequenas. Nessa fase é importante que possam desenhar todos os dias. O professor pode alimentar essa produção oferecendo diferentes meios – tintas, lápis, giz, etc. – uma variedade de suportes e formatos – sulfite, papelão, cartolina, papel vegetal e interferências no formato do papel etc. – e algumas interferências gráficas que podem contribuir para ampliar a expressão de suas garatujas. Em qualquer caso, é importante que o professor tenha cuidado com o tipo de interferência que oferece; pois ela pode se constituir em um desafio que não faz sentido para as crianças. Por exemplo, oferecer uma folha com um rosto colado para que uma criança de 2 anos complete o corpo humano não é tão importante quanto oferecer formas e texturas variadas de papel que convidam à exploração de diferentes rabiscos. Isso porque, nessa idade, os pequenos estão mais envolvidos com a pesquisa de materiais e com a descoberta de seus traços do que com a criação e representação de uma figura. Interferências impróprias como essa não ajudam as crianças. Ao contrário, desvalorizam suas garatujas.


A importância da qualidade das imagens
      
               Outros cuidados também merecem atenção, pois influenciam diretamente o resultado final: a escolha da imagem que vai servir como interferência e do material – lápis de cor, caneta hidrocor, carvão, guache, etc. – que será oferecido às crianças.
               Como as interferências no papel são bastante sugestivas, convém apresentar imagens de boa qualidade gráfica, não estereotipadas – como personagens Disney, os tradicionais ursinhos etc. - que possam informar, encantar e provocar as crianças a brincar com o desenho, usando os recursos plásticos de que dispõe.
               A proposta da interferência gráfica traz resultados altamente produtivos nos desenhos das crianças, mas o professor não deve se limitar a isso. Desenho livre, de observação, de modelo vivo, apreciação de desenhos de amigos e de artistas, etc., são alternativas a que o professor pode recorrer para enriquecer o trabalho na sala de aula.

Fontes: Oficinas de Sonho e Realidade - Campinas, Papirus, 1994
Revista Avisa Lá nº 36

terça-feira, 19 de abril de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sugestão de Leitura


Sugestão livro da Ruth Rocha
para trabalhar o Descobrimento do Brasil e o Dia do Índio.

"Foi em 1500, em Portugal, do outro lado do mar.
Havia um menino chamado Pedrinho.
E havia o mar.
Pedrinho amava o mar.
Pedrinho queria ser marinheiro.
Tinha alma de aventureiro.
.."

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dia do Índio

Todo dia é dia de índio?

Sim, pois não adianta somente lembrar dos índios apenas um dia. Eles fazem parte de nossa história e têm muito a nos ensinar. Mas, justamente por serem importantes, foi reservada uma data no calendário anual para comemorar o Dia do Índio, que é 19 de abril.
Quer saber porque esse dia? Bem, é que nessa data, no ano de 1940, foi realizado o I Congresso Indígena da América Latina, no México, com objetivo de divulgar a cultura indígena em toda a América e também para que os governos criassem normas em relação à qualidade de vida dos povos indígenas, que ainda sofriam com a discriminação do homem branco.
 Quer saber mais clique abaixo:
 Fonte: http://www.smartkids.com.br/especiais/dia-do-indio.html

    quarta-feira, 13 de abril de 2011

    Encontro de Professores Coordenadores e Professores de Educação Infantil 13/04/2011

    O que são projetos?
    •  Projeto não é um plano de aula ou uma sequência de atividades bem organizadas;
    •  É uma proposta de intervenção pedagógica que dá a atividade de aprender um sentido novo, onde as necessidades de aprendizagem aparecem nas tentativas de resolver situações problemáticas. Um projeto gera situações de aprendizagem ao mesmo tempo, reais e diversificadas. Possibilita, assim, que os alunos, ao decidirem, opinarem, debaterem; construam sua autonomia e seu compromisso com o social, formando-se como sujeitos culturais.
    Quais as características fundamentais do trabalho com Projeto? 
    • Num projeto a responsabilidade e autonomia dos alunos são essenciais: os alunos são corresponsáveis pelo trabalho e pelas escolhas ao longo do desenvolvimento do projeto.
    • O problema a resolver é relevante e tem caráter real para os alunos. Não se trata de mera reprodução de conteúdos prontos. 
    • Um projeto envolve complexidade e resolução de problemas: o objetivo central do projeto constitui um problema ou uma fonte geradora de problemas, que exige uma atividade para sua resolução.
    • Um projeto tem um caráter faseado: um projeto percorre várias fases: escolha do objetivo central e formulação dos problemas, planejamento, execução, avaliação, divulgação dos trabalhos.
    O que deve conter?

    1 – Tema: Escolha o tema a ser desenvolvido.
    2 – Público Alvo:
    3 -  Eixo de trabalho:
    4 – Conteúdo:
    5 - Justificativa: Devemos sempre partir de assuntos que chamem a atenção dos alunos para trabalhar com conteúdos e habilidades das mais diversas áreas de conhecimento, criando situações em que as crianças façam suas próprias perguntas e usem seu repertório.
    6 – Objetivo do Projeto: compartilhado com a criança, Produto final.
    7 – Objetivos didáticos do projeto:
    8 – Etapas prováveis:
    9 – O que se espera que as crianças aprendam:
    10 – Avaliação:
    11 – Bibliografia.

    Alfabetização

    No caso da alfabetização, é essencial que o professor descubra o que cada aluno pensa sobre como funciona o sistema de escrita. Para isso é necessário em primeiro lugar que o professor estude sobre as hipóteses, as ideias que as crianças — e também os adultos — constroem em seu esforço para aprender a ler e a escrever. 
    Sondagem

    A sondagem diagnóstica é um dos recursos que o educador dispõe para detectar a hipótese que o aluno está sobre o processo de alfabetização (pré-silábica, silábica sem valor sonoro, silábica com valor sonoro, silábica alfabética e alfabética).

    Como fazer a sondagem?

    É interessante que o educador observe um aluno de cada vez realizando a tarefa, e que ele peça para o aluno que está sendo observado ler o que escreveu.
    • Escolher 4 palavras na ordem: 1 polissílaba,1 trissílaba, 1 dissílaba e 1 monossílaba.
    • As palavras da lista a ser ditada não devem ser sílabas contíguas onde não se repitam as mesmas vogais. Por exemplo, para “vaca”, AA ou para “bolo”, OO, o que para uma criança que pensa dessa forma seria ilógico e incoerente. 
    • Devem ser do mesmo campo semântico.
    Ex.: RINOCERONTE
            CACHORRO
            TIGRE
             Rà
    • Criar uma frase com uma das palavras pertencentes ao rol para observar se há estabilidade na escrita.
    Ex.:   O CACHORRO ESTÁ LATINDO.

    Escrita Pré-silábica

    Há uma ausência de relação entre a escrita e os aspectos sonoros da fala, isto é, não existe busca de correspondência entre as letras e os sons.









    O que o aluno pensa

    As crianças estabelecem duas exigências para que algo esteja adequadamente escrito:
    • quantidade mínima de letras (em torno de duas, três ou quatro letras);
    • e variedade, isto é, que as letras não sejam repetidas.
    • O aluno diferencia desenhos (que não podem ser lidos) de “escritos” (que podem ser lidos), mesmo que sejam compostos por grafismos, símbolos ou letras.
    • O aluno considera que coisas diferentes devem ser escritas de forma diferente. 
    • A leitura que realiza do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.
    Escrita Silábica sem valor sonoro


    Tendem a estabelecer uma correspondência sistemática entre a quantidade de letras utilizadas e a quantidade de sílabas que se deseja escrever – sem o valor sonoro correspondente.
    Cada letra ou símbolo corresponde a uma sílaba falada, mas o que se escreve ainda não tem correspondência com o som convencional daquela sílaba. A leitura é silabada.

      
    Escrita silábica com valor sonoro

    Neste caso, as letras utilizadas pertencem realmente, em todas ocasiões, à sílaba que se tenta representar, tendo correspondência com o som convencional daquela sílaba, em geral representada pela vogal, mas não exclusivamente. A leitura é silabada.
     
     Escrita silábica alfabética

    Período de transição, no qual a criança trabalha simultaneamente com duas hipóteses diferentes.  
    A escrita apresenta sílabas completas e sílabas representadas por uma só letra.
    Escrita alfabética

    As escritas são construídas com base em uma correspondência entre fonemas (sons) e grafemas (letras).
    Podendo dominar ou não as convenções ortográficas.
    Organização da sala  

    Sugestão:
    • Organizar a sala em duplas;
    • Agrupar por hipóteses de escrita; 
    • Hipóteses próximas; 
    • Agrupar de acordo desenvolvimento.
    Agrupamentos Produtivos 

    Aprender juntos:
    • pré-silábica = silábica sem valor sonoro 
    • pré-silábica = silábica com valor sonoro 
    • silábica sem valor sonoro = silábica com valor sonoro 
    • silábica com valor sonoro = silábica alfabético 
    • silábica alfabético = alfabética
    Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/alfabetizacao-6-praticas-essenciais-letramento-618025.shtml



    segunda-feira, 11 de abril de 2011

    Selo Escola Solidária


    Acessem o site abaixo para maiores informações sobre as inscrições do Selo Escola Solidária 2011 que segue até 31 de maio. Participe!
     
    http://www.facaparte.org.br/selo-escola-solidaria/

    Dia do Índio

    Estamos sugerindo o site abaixo da revista NOVA ESCOLA para se trabalhar com a História das brincadeiras indígenas.

    http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/brincadeiras-indigenas-432167.shtml